
A Verdile estrutura e distribui os seus títulos — Notas Comerciais, Debêntures, CRI, CRA, CR e fundos —, conectando a sua empresa a quem investe. Você deixa de ser tomador e passa a ser emissor.
O crédito bancário vem de prateleira: taxa fechada, prazo fechado, garantia exigida e reciprocidade embutida. No mercado de capitais, a emissão é desenhada em torno do seu fluxo de caixa, do seu lastro e do seu calendário. É o que as grandes empresas já fazem — e o que a Verdile traz para o middle market.
Quanto a sua empresa pode captar no mercado?
Track record consolidado e um mercado em plena expansão. A janela para o emissor do middle market está aberta — e crescendo em ritmo recorde.
Dados de mercado têm caráter informativo (CVM, ANBIMA, B3) e não constituem promessa de resultado.
Quer colocar a sua empresa nesse mercado?
Estruturar um título envolve uma cadeia de prestadores regulados. A Verdile não substitui nenhum — orquestra todos, traduz para a linguagem do empresário e mantém a operação avançando do mandato ao fechamento.
A maioria sabe montar o papel. Poucos sabem colocá-lo na mão de quem compra. A Verdile faz origination buyer-first: mapeamos o apetite dos investidores antes de emitir e conectamos a sua emissão aos canais certos do mercado.
Fundos de crédito que compram a emissão diretamente — os principais subscritores das ofertas no mercado.
Capital patrimonial sofisticado em busca de crédito estruturado com retorno descorrelacionado.
Estruturação e emissão de CR, CRI e CRA, viabilizando o lastro do emissor sob o marco da securitização.
Distribuição digital que dá acesso à base ampla de investidores e amplia a demanda pela oferta.
Corretoras e distribuidoras de valores mobiliários que alocam o ativo junto à sua base de clientes.
Poucos estruturam. Pouquíssimos distribuem. A Verdile faz os dois — e é isso que nos torna únicos.
Pronto para colocar a sua emissão na mão de quem investe?
A escolha não parte do produto — parte do seu lastro, do seu prazo e do estágio da empresa.
Valor mobiliário de dívida representativo de promessa de pagamento, criado em definitivo pela Lei 14.195/2021 e ofertado sob a Resolução CVM 160. É escritural, dispensa o registro de companhia aberta e pode ser emitido por sociedades limitadas — não só por S.A.
Estruturação em semanas, custo enxuto, sem exigência obrigatória de garantia real e distribuição ágil a investidores qualificados/profissionais via plataformas e depositárias como Laqus e B3. É o primeiro passo de quem nunca emitiu — e a base para um programa recorrente.
Dívida corporativa de médio e longo prazo, com flexibilidade total de prazo, remuneração, garantias e covenants — inclusive versões incentivadas para infraestrutura.
Securitização de recebíveis com lastro imobiliário, emitido por securitizadora — com acesso ao investidor PF e isenção de IR.
Securitização de recebíveis do agro. Mesma lógica do CRI aplicada à cadeia agroindustrial, com forte demanda de investidores.
O título de securitização genérico do novo marco legal: lastro em qualquer direito creditório, fora dos nichos imobiliário e do agro.
O estágio avançado da jornada: fundo dedicado para autofinanciamento, monetização imobiliária ou crescimento e M&A, sob governança institucional.
Qual instrumento cabe no seu fluxo?
A Verdile assessora o emissor ao longo de toda a escada — não apenas em uma operação isolada. Cada degrau prepara o próximo.
Estreia via Nota Comercial. Estrutura enxuta, recursos no caixa em semanas e o primeiro track record com investidores.
Emissões recorrentes com rating e base de investidores consolidada. Governança madura e funding previsível.
Fundo ou securitização dedicada. Autonomia total de captação e independência do balcão bancário — o patamar do grande porte.
Onde a sua empresa está hoje na jornada?
A Verdile opera dentro do marco regulatório vigente, com a estrutura técnica e jurídica adequada a cada operação.
Tem dúvida sobre o enquadramento da sua operação?
Não. A Verdile é consultoria especializada em estruturação e assessoria. Não emprestamos recursos próprios nem distribuímos valores mobiliários por conta própria. Quando a estrutura exige participantes regulados, coordenamos a contratação de instituições parceiras autorizadas pelo Banco Central e pela CVM.
É o instrumento mais rápido e enxuto de entrada. Dispensa registro de companhia aberta, pode ser emitida por sociedade limitada, não exige garantia real obrigatória e se estrutura em semanas — criando o primeiro histórico do emissor.
Trabalhamos buyer-first: mapeamos o apetite dos investidores antes de emitir e conectamos a oferta a gestoras, family offices, securitizadoras (RCVM 60), plataformas marketplace (RCVM 88) e mesas de renda fixa de corretoras e DTVMs — sempre por meio de instituições autorizadas.
Ambas são títulos de dívida. A Nota Comercial é mais simples e ágil, ideal para a estreia e programas recorrentes. A Debênture comporta prazos longos, garantias e covenants mais sofisticados, abrindo espaço para volumes maiores e versões incentivadas.
Uma Nota Comercial com documentação organizada pode sair em poucas semanas. Debêntures, CRI, CRA, CR e fundos têm linha do tempo maior (60 a 180 dias) conforme a complexidade. O diagnóstico inicial gratuito já dá uma estimativa precisa.
Modelo orientado a sucesso, vinculado à estruturação e ao fechamento da operação, com proteções contratuais. Para emissores que evoluem para programas e veículos próprios, há advisory contínuo. O diagnóstico inicial é gratuito.
Ainda tem dúvidas?
Preencha os dados da sua empresa. Avaliamos o perfil, mapeamos o lastro emissível e indicamos o instrumento e a estrutura mais adequados — e quem pode comprar a sua emissão.
Recebemos seu contato e um de nossos assessores irá te contatar em horário útil.
Em uma conversa rápida mapeamos o instrumento certo para o seu fluxo. Comece agora.
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