ABEV3 R$13,43 -0,22% ALOS3 R$19,24 -1,23% ASAI3 R$7,88 -1,87% AZUL4 R$3,44 -1,71% AZZA3 R$24,67 -1,32% B3SA3 R$12,24 -1,21% BBAS3 R$28,64 -0,17% BBDC4 R$12,84 -1,38% BBSE3 R$40,26 -0,30% Bitcoin R$474.861 -1,77% BPAC11 R$34,90 -0,06% BRAV3 R$23,10 -0,17% BRFS3 R$19,71 -2,62% CMIG4 R$10,36 -0,58% CPLE6 R$10,48 -0,48% CSAN3 R$7,63 -1,68% CYRE3 R$24,30 +0,54% Dólar R$5,76 +0,26% ELET3 R$41,05 -1,49% EMBR3 R$66,36 -2,87% ENGI11 R$40,35 -1,44% EQTL3 R$32,27 -1,19% ggbr4 R$16,90 -2,76% Ibovespa 131.902pts -0,94% IFIX 3.302pts +0,48% itub4 R$31,69 -1,37% mglu3 R$10,56 -2,85% petr4 R$37,43 -0,64% vale3 R$57,56 -1,02%

Taxa de desemprego sobe para 6,8% e atinge 7,5 milhões de pessoas

O desemprego cresce e atinge 7,5 milhões de brasileiros, enquanto informalidade se mantém alta.

O desemprego atingiu 7,5 milhões de pessoas, baseada na pesquisa da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). A taxa de desocupação no Brasil chegou a 6,8% no trimestre encerrado em fevereiro, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse percentual representa um aumento de 0,7 ponto porcentual em relação ao trimestre anterior, quando estava em 6,1%.

O levantamento, realizado por meio da pesquisa, apontou que o número de pessoas sem trabalho no país subiu para 7,5 milhões, um crescimento de 10,4% no trimestre, o que equivale a mais 701 mil pessoas nessa condição. Em comparação ao mesmo período do ano passado, houve uma redução de 12,5%, o que significa 1,1 milhão de desempregados a menos.

A população ocupada no Brasil foi estimada em 102,7 milhões de pessoas, registrando uma queda de 1,2% no trimestre. Com isso, o nível de ocupação — percentual de pessoas empregadas em relação à população apta para trabalhar — ficou em 58%, abaixo dos 58,8% do trimestre anterior.

Desemprego
Fonte: Roberto Parizotti/Fotos Públicas

Subutilização da força de trabalho

O índice de subutilização da mão de obra, que considera o desemprego, trabalhadores subocupados e aqueles que não buscam emprego, mas estariam disponíveis para trabalhar, atingiu 15,7%.

O número de pessoas nessa situação foi de 18,3 milhões, um aumento de 2,8% no trimestre, o que corresponde a mais 491 mil pessoas. Já a população desalentada, formada por aqueles que desistiram de procurar emprego por acreditarem que não conseguirão uma vaga, chegou a 3,2 milhões de pessoas, registrando um crescimento de 6,9% no período. Esse grupo representa 2,9% da força de trabalho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desemprego: Mercado de trabalho e rendimento

O total de trabalhadores no setor privado foi estimado em 53,1 milhões, uma redução de 0,8% no trimestre, mas um aumento de 3,5% na comparação com o mesmo período do ano passado. Entre os empregados com carteira assinada no setor privado, o número atingiu 39,6 milhões, um novo recorde desde o início da série histórica, em 2012. Esse grupo cresceu 1,1% no trimestre e 4,1% em um ano.

Por outro lado, os trabalhadores sem carteira assinada no setor privado somaram 13,5 milhões, refletindo uma queda de 6% no trimestre. O setor público, que empregava 12,4 milhões de pessoas, registrou um recuo de 3,9% no mesmo período.

O número de trabalhadores por conta própria permaneceu estável em 25,9 milhões, enquanto o de empregados domésticos caiu para 5,7 milhões.

A informalidade atingiu 38,1% da população ocupada, totalizando 39,1 milhões de trabalhadores nessa condição. No mesmo período do ano anterior, esse percentual era de 38,7%, equivalente a 38,8 milhões de pessoas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
banner 2

O rendimento médio real dos trabalhadores foi de R$3.378. Já a massa de rendimento real habitual somou R$342 bilhões, atingindo um novo recorde com alta de 6,2% (equivalente a mais de R$20 bilhões) em um ano.

Imagem destaque desemprego: Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) — Foto: Agência Brasil

As mais lidas

Fictor agro

Fictor Agro faturou R$1,8 Bilhão e deve crescer mais em 2025.

9 de janeiro de 2025

Qual melhor? XP Investimentos ou BTG?

16 de janeiro de 2025

FICT3 – FICTOR Alimentos

23 de dezembro de 2024
Melhores ações de dividendos

Melhores ações de dividendos para 2024: Lista atualizada com alto dividend yield

20 de outubro de 2024

Antes de abrir a conversa no WhasApp

E de começar a ganhar dinheiro com nossa ajuda, deixe seu contato abaixo:

Ao confirmar vamos direcionar AGORA para um de nossos especialistas!