ABEV3 R$13,43 -0,22% ALOS3 R$19,24 -1,23% ASAI3 R$7,88 -1,87% AZUL4 R$3,44 -1,71% AZZA3 R$24,67 -1,32% B3SA3 R$12,24 -1,21% BBAS3 R$28,64 -0,17% BBDC4 R$12,84 -1,38% BBSE3 R$40,26 -0,30% Bitcoin R$474.861 -1,77% BPAC11 R$34,90 -0,06% BRAV3 R$23,10 -0,17% BRFS3 R$19,71 -2,62% CMIG4 R$10,36 -0,58% CPLE6 R$10,48 -0,48% CSAN3 R$7,63 -1,68% CYRE3 R$24,30 +0,54% Dólar R$5,76 +0,26% ELET3 R$41,05 -1,49% EMBR3 R$66,36 -2,87% ENGI11 R$40,35 -1,44% EQTL3 R$32,27 -1,19% ggbr4 R$16,90 -2,76% Ibovespa 131.902pts -0,94% IFIX 3.302pts +0,48% itub4 R$31,69 -1,37% mglu3 R$10,56 -2,85% petr4 R$37,43 -0,64% vale3 R$57,56 -1,02% ABEV3 R$13,43 -0,22% ALOS3 R$19,24 -1,23% ASAI3 R$7,88 -1,87% AZUL4 R$3,44 -1,71% AZZA3 R$24,67 -1,32% B3SA3 R$12,24 -1,21% BBAS3 R$28,64 -0,17% BBDC4 R$12,84 -1,38% BBSE3 R$40,26 -0,30% Bitcoin R$474.861 -1,77% BPAC11 R$34,90 -0,06% BRAV3 R$23,10 -0,17% BRFS3 R$19,71 -2,62% CMIG4 R$10,36 -0,58% CPLE6 R$10,48 -0,48% CSAN3 R$7,63 -1,68% CYRE3 R$24,30 +0,54% Dólar R$5,76 +0,26% ELET3 R$41,05 -1,49% EMBR3 R$66,36 -2,87% ENGI11 R$40,35 -1,44% EQTL3 R$32,27 -1,19% ggbr4 R$16,90 -2,76% Ibovespa 131.902pts -0,94% IFIX 3.302pts +0,48% itub4 R$31,69 -1,37% mglu3 R$10,56 -2,85% petr4 R$37,43 -0,64% vale3 R$57,56 -1,02%

Política Fiscal – A neutralização da economia de um país

A política fiscal é fundamental para a movimentação da economia do país. Seus objetivos podem incluir aumento ou redução de gastos do governo para controlar o poder de compra dos consumidores.

No entanto, alta da inflação e recessão são as possíveis consequências de uma política fiscal mal aplicada. Isso pode prejudicar a população de forma geral, com dificuldades na concessão de créditos e produtos.

Hoje você vai entender melhor sobre o que é, como funciona e os tipos de política fiscal

O que é política fiscal?

Política Fiscal é o conjunto de medidas tomadas pelo governo para controlar e administrar o orçamento de um país, baseando-se em receitas e gastos. Essas medidas têm como objetivo equilibrar as despesas e as receitas, além de colaborar para um desenvolvimento econômico mais sustentável de um país.

Ademais, a política fiscal pode ser utilizada para tentar reduzir a desigualdade entre cidadãos, setores econômicos e regiões, com recursos arrecadados por meio de impostos e incidências de tributações.

Política Fiscal
Fonte: Freepik/Canva

Como funciona a política fiscal?

Basicamente, a política fiscal funciona como instrumento de neutralização de uma possível recessão, ou para evitar uma economia inflacionária. Dessa forma, quando há aquecimento da economia, o crédito se torna mais barato, fazendo com que a população fique mais propensa ao consumo. Esse efeito também pode causar uma alta no preço dos produtos.

Quanto mais a economia estiver aquecida, mais elevados estarão os preços. Por conseguinte, resultará em uma inflação no bolso das pessoas.

Nesse cenário inflacionário, o governo deve contrair gastos para evitar um descontrole. Isso pode ser feito com investimentos em obras e contratação de mão de obra, aumentando assim, o dinheiro em circulação. 

Importante! Quando a economia não está aquecida, com a queda dos preços e os produtos parados, é preciso aquecê-la novamente.Veja mais sobre as reformas nos tributos, neste artigo!

Como surgiu a política fiscal?

A política fiscal surgiu com o desenvolvimento dos Estados e a sua necessidade de arrecadar recursos para financiar suas atividades e projetos. Desde as civilizações antigas, os governos cobram impostos para sustentar exércitos, construir infraestruturas e manter a administração pública.

O conceito de política fiscal começou a se consolidar com o economista John Maynard Keynes, durante a Grande Depressão (1929). Segundo sua teoria, o governo deveria usar impostos e gastos do governo para estimular a economia e conter excesso de demanda em períodos de grandes crescimentos. 

Antes da quebra da bolsa de Nova Iorque em 1929, a política econômica dos governos seguia os ensinamentos da Economia Clássica Liberal, que estipulava a importância de deixar o mercado fluir com pouca intervenção no campo econômico.

Gradualmente, a partir desse período, foi ficando reconhecida a necessidade de uma intervenção do governo no âmbito econômico, controlando possíveis excessos danosos às contas do país. Essa política controlaria a inflação, aumentaria o emprego, e manteria um valor sustentável do dinheiro.

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Após a influência de Keynes, as nações passaram a aceitar que as estatais poderiam influenciar os níveis de produtividade macroeconômicos, aumentando ou diminuindo o número de tributos, bem como o gasto público. 

A partir disso, os governos passaram a regular os níveis de desemprego, inflação, desaceleração na economia, e para exercer esse controle, contando com uma combinação das políticas monetárias e fiscais que serão utilizadas de modo a controlar os fenômenos econômicos. 

É nesse momento, que além das políticas econômicas e fiscais, iremos presenciar o nascimento do “Welfare State”, um conjunto de políticas econômicas e sociais promovidas pelo governo de modo a garantir não só a normalidade do setor econômico, mas também o bem-estar da população em geral.

O modelo de Keynes influenciou políticas econômicas em todo o mundo e é a base da política fiscal contemporânea.

O que é função estabilizadora?

A política fiscal tem importante função estabilizadora, o que evita um superaquecimento econômico e aumento da inflação. As medidas adotadas pelo governo para reduzir as oscilações da economia e manter atividade econômica, são também estabilizadoras.

Ela pode ser expansionista (quando o governo aumenta os gastos ou reduz impostos para estimular a economia) ou contracionista (quando reduz gastos ou aumenta impostos para conter a inflação e evitar superaquecimento). 

Veja mais detalhes:

Os tipos de política fiscal

A política fiscal é classificada em dois tipos: a expansionista e a contracionista. Ambas possuem objetivos e efeitos na economia do país. Entenda mais sobre cada um deles:

Política Fiscal Contracionista

A política contracionista possui o objetivo de desacelerar a economia, em períodos de alta inflação. A ideia é conter a alta acelerada de preços e reduzir gastos governamentais, para que possa ser diminuído o poder de compra e o consumo.

Em contrapartida, a política contracionista pode deixar o crescimento econômico mais lento e aumentar o desemprego. Por essa razão, essa política só pode ser adotada em cenários de superaquecimento da economia, caso contrário, o país pode sofrer recessão.

Política Fiscal Expansionista

Ao contrário da contracionista, a política fiscal expansionista, busca estimular a economia. Geralmente, a estimulação é feita em períodos de recessão ou com pouco desenvolvimento econômico, com aumento de gastos do governo, com infraestrutura, saúde, educação e benefícios sociais. Dessa forma, é aumentado o poder de compra e há incentivo no consumo e nos investimentos.

O principal efeito da política fiscal expansionista é o aumento da demanda, o que leva a um crescimento econômico mais veloz. Objetivando suavizar ciclos econômicos, evitando recessões profundas e períodos de crescimento excessivo, e por consequência, inflação descontrolada.

Entre seus riscos, é possível ocorrer um aumento no déficit orçamentário e da dívida pública. Sendo recomendada aplicação da política expansionista por curtos períodos de tempo.

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O que é o PIB e para que ele serve?

O PIB (Produto Interno Bruto) é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, no período de um ano. O cálculo do PIB mede apenas os bens e serviços finais para evitar a dupla contagem. 

Por exemplo, se um país produz R$100 de trigo, R$200 de farinha de trigo e R$300 de pão, seu PIB será de R$300, pois os valores da farinha e do trigo já estão incluídos no valor do pão.

Os bens e serviços finais que compõem o PIB são medidos no valor que eles chegam ao consumidor, levando em consideração os impostos sobre os produtos vendidos.

Enfim, se um país não produzir nada em um ano, o seu PIB será nulo.

A política fiscal afeta o PIB por meio dos gastos públicos e da tributação. Se o governo aumentar os gastos, estimula a economia e pode elevar o PIB. Por outro lado, cortes nos gastos reduzem a atividade econômica. 

Da mesma forma, impostos mais altos podem desacelerar o crescimento, enquanto reduções tributárias incentivam o consumo e os investimentos, impulsionando o PIB.

Quais são os 5 instrumentos de política fiscal?

Os cinco principais instrumentos da política fiscal são:

  1. Tributação – Alteração de impostos (aumento ou redução de alíquotas) para influenciar o consumo, o investimento e a arrecadação do governo.
  2. Gastos Públicos – Investimentos em infraestrutura, saúde, educação e programas sociais para estimular a economia e gerar empregos.
  3. Transferências Governamentais – Pagamentos como benefícios sociais, aposentadorias e subsídios que afetam a renda disponível da população.
  4. Orçamento Público – Planejamento e execução das receitas e despesas do governo para equilibrar as contas públicas e garantir estabilidade econômica.
  5. Dívida Pública – Emissão de títulos públicos para financiar déficits orçamentários ou controlar a oferta monetária, influenciando a economia.

Quem executa a política fiscal?

A política fiscal é executada pelo governo, principalmente pelo Poder Executivo, por meio do Ministério da Fazenda (ou equivalente) e da Secretaria do Tesouro Nacional. No Brasil, também envolve o Congresso Nacional, que aprova o orçamento e leis tributárias.

Quer entender como a política fiscal afeta seu dia a dia e suas finanças? 

Uma boa assessoria financeira pode ajudar você a tomar decisões mais estratégicas, aproveitando oportunidades e se protegendo de riscos econômicos. 

Acompanhe nossos conteúdos e fique por dentro!

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